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PORTUGAL FAZ-LHE BEM

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Restaurante Ilha do Arroz

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Um bar/restaurante nas dunas da Praia da Comporta, com vista para a Arrábida e para uma longa extensão de praia. A 30 metros da água, um local para comer, beber, ouvir música e descontrair.

Acessos: Em plena Praia da Comporta, a 15 Km a sul de Tróia e a 26 Km de Alcácer do Sal.
Acessos para deficientes: Sim
Ambiente e decoração: Ambiente "loungy" com zonas diferenciadas de sofás e mesas.
Animação: Música ambiente
Bar/Sala de espera: Bar e Sala de Espera
Dia(s) de Encerramento: Terças
Especialidades: Pimentinhos de Padrón ao sal grosso; Ovos mexidos com espargos ou farinheira; Beringelas gratinadas; Cogumelos mágicos; Morcela assada; Mexilhões à Marinheira; Amêijoas à Bulhão Pato; Batata na casca; Salada de rucula com queijo de cabra; Breasola; Sopa de tomate com ovo escalfado; Salada de tomate e mozzarela com basílico. Doces: Quindim de côco; Mousse de Chocolate; Queijo do céu; Molotof; Tarte de requeijão e Bolo de chocolate.
Estacionamento: Sim
História: Após o sucesso do Museu do Arroz, Isabel e Tozé Carvalho inauguram em meados de Setembro de 2002 a Ilha do Arroz, um bar/restaurante na Praia da Comporta.
Horário de Encerramento: 22:00
Lotação: 99
Necessidade de reserva: Aconselhável
Período de Férias: Novembro
Recomendado para grupos: Sim
Sanitários para Deficientes: Sim
Serviços: Esplanada
Tipo de Restaurante: Portuguesa
Horário de Funcionamento: Das 12:30 às 22:00.
Morada: Praia da Comporta
Código Postal: 7570 469 MELIDES
Tel: 265490510
Site: www.facebook.com/Ilhadoarrozpage
Distrito: Setúbal
Concelho: Grândola
Freguesia: Melides

Restaurante Ilha do Arroz - Comporta


Fresco para o Verão. 


Paula Oliveira Silva

Da escolha do nome Ilha do Arroz ainda podem surgir alguns espantos. Não pela localização do restaurante, a Comporta, terra rica em arrozais, mas pelo facto da ementa não contemplar pratos deste cereal. Acaba por ser mais uma homenagem ao sítio do que propriamente a especialidade culinária da casa.

Ilha, talvez pela paisagem. Quem aqui aterrar de olhos fechados muito provavelmente pensaria encontrar-se numa, com o mar à frente, o areal e as dunas. Podem até ser como divãs, mas como é proibido experimentá-las por razões ecológicas, ponha-se à prova os sofás e cadeirões do restaurante que não se fica anda mal. E continuamos com uma vista contemplada, já que os enormes vidros mantêm-nos em contacto com a Natureza.

Da “casa-mãe” Museu do Arroz veio o mobiliário e o estilo da decoração. Da localização que o classifica irrefutavelmente como restaurante de praia, nasceu o ambiente descontraído.

Para o Verão conte-se com refeições leves, com abuso pronunciado das saladas e das caipinhas e caipiroscas, na versão tradicional. Ou então escolha-se a mais moderna com sabores originais como o maracujá, já para não falar nas ananoskas e tangerinoscas.

A carta é feita à base de petiscos mas há sempre dois pratos do dia. Comida levezinha para poder desfrutar à vontade da areia e do mar. Opte por uns mexilhões à marinheira, uma salada de tomate e mozzarela com queijo de cabra ou umas amêijoas à Bulhão Pato. Ou experimente uns cogumelos mágicos (com molho de conhaque), choco frito, batata na casca, chouriço na canoa e morcela assada, ovos mexidos com espargos e outros com farinheira, beringelas gratinadas... Por uma questão de diferenciação das restantes casas da zona, não trabalham com peixe fresco.

Peça-se o que mais apetecer mas o que nunca se deve esquecer são os Bolinhos de arroz. Nas sobremesas vale a pena referir o quindim de coco, o molotof, o queijo do céu ou a tarte de requeijão e de maracujá. 

Como aliás se pode aperceber pela arquitectura do espaço, este não é o sítio ideal para tomar a refeição apressadamente e sair de seguida. Os sofás e almofadões convidam a mais qualquer coisa, afinal são objectos que não servem só de decoração.


REPORTAGEM ACTUALIZADA EM JULHO 2009

2003-01-27
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