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Quinta Pedagógica dos Olivais

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Reabriu melhorada e renovada em Março de 2005, após obras de adaptação e acessibilidade, sendo um dos espaços privilegiados da capital para os mais pequenos tomarem contacto com as actividades do mundo rural e com animais. Ocupando uma área de dois hectares, é composta por diversos espaços de lazer e equipamentos: Cozinhas (conjunto constituído pela padaria, doçaria e queijaria); Horta e Pomar; Jardim de Plantas Aromáticas e Medicinais; Estufa; Estábulos; Prados; e Oficinas de Trabalho.

Acessos: Metro: OlivaisAutocarro: 708, 759
Dia(s) de Encerramento: Segundas
Horário de Funcionamento: Outubro a Abril:3ª a 6ª feira - 9h00 / 17h30Sáb. Dom e Fer - 10h00 / 17h30Maio a Setembro:3ª a 6ª feira - 9h00 / 19h00Sáb. Dom e Fer - 10h00 / 19h00
Serviços: Café/Bar
Período de funcionamento: Todo o ano.
Acessibilidade de deficientes motores: Acessibilidade fácil
Morada: Rua Cidade de Lobito
Código Postal: 1800 088 LISBOA
Tel: 218550930
E-mail: quinta.pedagogica@cm-lisboa.pt
Site: www.facebook.com/Quinta.Pedagogica.dos.Olivais/
Distrito: Lisboa
Concelho: Lisboa
Freguesia: Santa Maria dos Olivais

Quinta Pedagógica – Olivais


Fungagá da Bicharada


Andreia Melo

Na Quinta Pedagógica dos Olivais, em Lisboa, crianças com “bichos carpinteiros” é o que se quer. Para fazer o pão em forno de lenha ou confeccionar compotas, para serem veterinários por uma hora ou oleiros por uma dia, para ouvirem um conto ou acrescentar-lhes um ponto. Tudo isto na companhia dos animais da quinta.

Assim que os portões se abrem, são os residentes os primeiros a dar as boas-vindas. Cada um à sua maneira. A Mimosa muge, a Sininho bale, o Obélix relincha, o Buxo urra e a Bolota ladra. O chinfrim está feito mas só assim está montado o cenário ideal para a visita. É que esta quinta, apesar dos arranha-céus do OlivaisShopping, mesmo ao pé, é como todas as outras. Mais rural era impossível.

Aqui (não) há gato

Na quinta pedagógica podemos encontrar sete animais de grande porte, 30 mamíferos de médio porte e cerca de 50 outros animais. Há cães, cavalos, burros, machos, coelhos, porcos, patos, cisnes, galinhas, vacas, ovelhas, até periquitos. Curiosamente, gatos, nem vê-los. Coincidência ou não, não os há nem no pomar, nem nos prados, nem na horta, nem nos estábulos, nem nos currais, nem na pocilga e muito menos nos escritórios.

Pormenores à parte, desde 1996 que a quinta pedagógica tem oferecido abrigo a animais, procurando sempre promover as diferentes raças autóctones portuguesas. Por isso, não é de admirar que a vaca Amora seja uma mertolenga ou que o Buxo seja um burro mirandês. É que “burros há muitos, mas estes estão em extinção”. A grande maioria destas raças pertencem a particulares ou a associações de produtores, como a Associação para o Estudo e Protecção do Gado Asinino ou a Coudelaria Nacional de Alter. Todos unidos em nome de uma causa. E é também em nome de outras causas que a quinta pedagógica estabelece protocolos com algumas instituições. A trabalhar com os animais estão pessoas envolvidas com a Direcção Geral de Reinserção Social, o Colégio Laparede, o movimento Cerci e o Chapitô.

2008-05-28
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