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Solar dos Mascarenhas

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Este hotel nasce do restauro de um solar do século XVI apostando na harmonia entre o design minimalista e o estilo antigo, onde o mármore, as cores vivas, vermelho e preto e rôxo trazem requinte conforto. Este oferece 18 quartos e 4 suites. No exterior como lazer pode usufruir da piscina. O Hotel possui biblioteca, bar, áreas de repouso. No Restaurante do Paço, nome de baptismo da sala de refeições, pratos regionais e internacionais prometem atrair muitos visitantes.

Acessos: Tomando a A6 sair à indicação de Borba e prosseguir até Vila Viçosa. O hotel fica a cerca de 50 metros do Palácio Ducal. Poderá deixar o carro no estacionamento público deste edifício histórico.
Categoria: 3 estrelas
Localização: Centro Cidade/Vila
Nº de camas: 44
Nº de quartos: 18
Nº de suites: 4
Preço Época Alta: 105.00
Preço Época Baixa: 85.00
Acessibilidade de deficientes motores: Acessibilidade fácil
Serviços / Equipamentos: Acessos para deficientes, Aeroporto, Animais não admitidos, Ar condicionado em áreas comuns, Ar condicionado nos quartos, Bar, Biblioteca, Cofre na recepção para guarda de valores, Elevador, Estação de autocarros, Estação de comboios, Garagem, Hospital / centro de saúde, Instalações para deficientes, Kitchenette, Música ou rádio nos quartos, Piscina exterior, Piscina infantil, Quartos com linha telefónica para ligação de modem, Restaurante, Sala de estar comum, Snack-bar, Telefone nos quartos, TV nos quartos, TV Satélite/TV Cabo, Aquecimento
Morada: Rua Florbela Espanca, 125
Código Postal: 7160 283 VILA VIÇOSA
Tel: 268886000
E-mail: hotel@solardosmascarenhas.com
Site: www.solardosmascarenhas.com
Distrito: Évora
Concelho: Vila Viçosa
Freguesia: São Bartolomeu

Hotel Solar dos Mascarenhas – Vila Viçosa


“Noblesse” por fora e design moderno por dentro.


Paula Oliveira Silva

Antes da existência do Hotel Solar dos Mascarenhas, dormir no centro de Vila Viçosa era oito ou oitenta. Ou se ficava nalguma pensão ou na pousada. Até que alguém com visão mais alargada, comprou um antigo solar em ruínas e recuperou-o transformando-o em morada própria e num elegante e moderno hotel.

Do antigo se fez o novo

Às horas que chegámos a Vila Viçosa, o Paço Ducal já tinha fechado para visitas. Mas não nos preocupámos muito porque fomos dormir noutro. Mandado erguer em Quinhentos por um fidalgo da corte - ainda Vila Viçosa era sede da Casa de Bragança - o Hotel Solar dos Mascarenhas é um bom exemplo do que se pode fazer para conservar o património nacional.

Escapou incólume aos tempos e à ruína do edifício, o brasão que ainda hoje se encontra na fachada simples e sem grandes decorações. Quem a olha de frente, nem adivinha a vastidão que consegue esconder, nem a modernidade com que o hotel foi contemplado. Na recepção, dominam cores fortes como o vermelho e o preto. O chão está forrado a “ouro branco”, daquele que sai das terras à volta, com destino a qualquer canto do globo: o mármore.

Depois, as salas de estar. Sob as abóbadas do antigo solar, estendem-se espaços de convívio, locais indicados para a leitura ou apenas uma conversa amena com os tons vivos a despertarem os sentidos. Se os sofás lhe parecerem confortáveis não resista e experimente um deles.

Destas salas se chega à velha nora, que ainda mantém os pilares de alvenaria e o depósito de água. À sua volta, mais mesas e cadeiras para o descanso. Este é um negócio familiar e por isso, Tânia Ildefonso da Silva e a mãe Alice gastam aqui o melhor dos seus dias e uma boa parte das noites também. É bem provável vê-las no bar, no restaurante ou na recepção.

Noite de sono

A austeridade de formas rectilíneas marca os dois edifícios de arquitectura moderna. O bar ocupa a composição central - quase transparente com tanto vidro - e serve-se do sol para emprestar claridade a esta área.

A esplanada serve também de passagem para as piscinas, uma para crianças, outra para adultos que se poderão tornar pequenas, no pico do Verão, quando os 18 quartos e as 4 suites estiverem lotadas. Nas casas de banho marca presença a pedra mármore, do chão ao tecto. São brancas, como não poderiam deixar de ser, e minimalistas.

2006-10-11
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