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PORTUGAL FAZ-LHE BEM

55º

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Restaurante Rei dos Galos de Amarante

55º

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Trata-se de um restaurante simples e familiar. A aposta gastronómica vai para a cozinha regional portuguesa.

Bar/Sala de espera: Bar e Sala de Espera
Dia(s) de Encerramento: Domingos, Sábados (aceita encomendas com atecedência)
Especialidades: Peixes: Bacalhau à Moda da Casa, Feijoada de polvo. Carne: Frango na Púcara, Favas com presunto, Coelho à Caçador. Sobremesa:Compota de abóbora com requeijão, Toucinho do céu, Delícia de laranja, Pudim abade de priscos (receita original).
Horário de Encerramento: 22:00
Lotação: 36
Observações: Telemóvel: 91 7098508
Preço Médio: 10.00
Horário de Funcionamento: Das 12h00 às 16h00 horas e das 19h00 horas ás 22h00 horas.
Morada: Rua das Taipas, 121
Código Postal: 4050 600 PORTO
Tel: 222057297
E-mail: reidosgalosdeamarante@hotmail.com
Site: www.facebook.com/reidosgalosdeamarante
Distrito: Porto
Concelho: Porto
Freguesia: Vitória

Rei dos Galos de Amarante - Porto


O toque de D. Maria Rosa.


Mafalda César Machado

Subindo a íngreme Rua das Taipas, numa das zonas mais bonitas do núcleo histórico da cidade do Porto, quase a chegar ao largo da extinta Cadeia da Relação, uma tabuleta simples chama a atenção pela peculiaridade do nome, Rei dos Galos de Amarante.

Corresponde no interior, não tanto à peculiaridade mas mais ao título indicado, de rei, subentenda-se, dos galos e de Amarante. A história desta simpática e acolhedora casa é parecida com muitas outras que representam a passagem das gentes província para o centro do burgo.

No ano de 1966, como pode comprovar pelo curioso relógio onde as horas são representadas por galos, bem visível numa das paredes, o casal Maria Rosa e José Rodrigo Pereira arriscou no serviço de restaurante no centro do Porto. E apostou bem, como a sua continuidade comprova. Os trunfos da aposta foram a qualidade, genuína dos produtos utilizados, os galos lá está, os legumes e o bacalhau, para ficarmos pelos principais.

Produtos de primeira

Essa veracidade ainda “importada”da produção caseira de província, é uma garantia da qualidade do que se pode comer no Rei dos Galos. Convém não deixar de referir que o tratamento na cozinha destes produtos é a condicionante da sua diferença. E aqui o mérito é de D. Maria Rosa, uma verdadeira personagem. O seu talento culinário conjugado com a veracidade da sua simpatia já a levou à rádio e à televisão.
Qual é o seu truque? Seguir com a inspiração da sua mão experiente receitas de casa, concedendo em algumas um toque pessoal. Que não tem nada a ver com modernices pois não sai nunca da área que tão bem controla.

As especialidades

Como não podia deixar de ser o galo é quem aqui comanda. Com direito a distinção de uma placa de mármore gravada com o reconhecimento da Academia do Rei dos Galos, uma homenagem merecida de antigos habitués da vizinha Faculdade de Psicologia.

Assim, o galo de cabidela, em arroz, excelente, tem apenas a limitação de necessitar de cinco pretendentes para a respectiva confecção. Mas é tão apreciado que já há dias fixos durante a semana para os seus clientes. O bacalhau à moda da casa, desfiado e com batata frita às rodelas e maionese, é outro alvo de procura.

No pratos do dia, tem a segurança da escolha, sem marcação fixa mas com exemplo, como, lá está ele mais uma vez, o galo, agora bem estufado com cebola e tomate ou os bolinhos de bacalhau servidos com arroz solto, caso raro pelos dias de hoje, e saboroso, do mesmo com umas couves tenras, passadas em azeite de primeira a acompanhar. O esparguete à moda da dona Rosa, receita com segredos, também tem os seus adeptos.

Clientela variada

2007-05-02
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