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Restaurante Dom Joaquim

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Inaugurado em Março de 2008, na cidade de Évora, o restaurante Dom Joaquim, já se tornou uma referência na gastronomia local tendo inclusive ganho um prémio atribuído aos melhores do Alentejo. Com os seus pratos típicos consegue atrair até si uma vasta clientela desejosa de provar os sabores daquela região, sempre acompanhada pelos reconhecidos vinhos alentejanos.

Dia(s) de Encerramento: Domingos (Jantares), Segundas
Especialidades: Arroz de lebre, borrego assado, migas de espargos verdes com carne no alguidar, sopa de cação.
Lotação: 80
Observações: Restaurante certificado pelo Turismo do Alentejo.
Preço Médio: 25.00
Tipo de Restaurante: Alentejana
Horário de Funcionamento: 12:00 - 15:00; 19:00 - 22:45
Área para fumadores: Zona Fumadores + Zona Não Fumadores
Morada: Rua dos Penedos 6
Código Postal: 7000 537 ÉVORA
Tel: 266731105
E-mail: restaurantedomjoaquim@gmail.com
Site: www.facebook.com/pages/Restaurante-Dom-Joaquim/210202992350125
Distrito: Évora
Concelho: Évora
Freguesia: Santo Antão

Restaurante Dom Joaquim – Évora


Pela mão do dono


Alda Rocha

Joaquim de Almeida, a verdadeira especialidade da casa como gosta de se nomear aos clientes, é o senhor da cozinha. Doces e boa parte dos salgados estão por sua conta.

O melhor é chegarmos a pé, que o estacionamento privilegia os residentes e o corpo há-de agradecer a caminhada. Passada a Porta de Alconchel, viramos logo à esquerda no Largo das Alterações de Évora. Meia dúzia de metros depois, espera-nos o Dom Joaquim, ou esperamos nós, pelo menos ao fim-de-semana, caso não tenhamos feito reserva.

O restaurante leva pouco mais de dois anos, numa cidade em que é grande a concorrência da boa comida, mas já criou os seus clientes fiéis, muitos deles trazidos com a publicidade do prémio atribuído aos melhores do Alentejo.

A contrastar com a luminosidade da rua, onde o branco multiplica o efeito do sol, cá dentro o ambiente é acolhedor, reforçado pelo tom de pedra natural das paredes. Multiplicam-se as cenas de toureio pintadas a óleo ou a carvão, vindas de Espanha, mas não são cenário permanente. De tempos a tempos, um novo pintor é convidado a fazer deste espaço a sua galeria, mostrando-se a novos olhares e contribuindo para renovar a decoração.

No entanto, mesmo que a arte nos distraia, a ementa absorve a nossa atenção, podendo até imagine-se, tornar-se um factor de stresse, dada a diversidade. Verdadeiro suplício este de escolher, mesmo que se tome a decisão sábia de nos restringirmos às entradas, quentes ou frias: podem chegar às 50, nunca sendo menos de 30.

À espera na mesa, o Choco à lagareiro torna-se eleito, enquanto se aguarda pelo Coelho à São Cristóvão, que virá também ele regado generosamente com azeite, a realçar o sabor avinagrado de fundo. Seguir-se-ão Ovos mexidos com espargos verdes, naquele ponto exacto de cozedura que os tornam um prato excepcional. Que dizer então se os experimentamos sobre uma tosta de pão alentejano carregada de orégãos?

Nos pratos principais, despertam atenção a Sargalheta (sopa de toucinho) de perdiz tostada no forno, o Arroz de lebre… Trata-se de um restaurante marcadamente alentejano, mesmo que albergue algumas inovações e não se fique pela geografia local, abarcando algumas receitas da costa, como o arroz ou a massinha de peixe. Joaquim de Almeida, o dono e cozinheiro de serviço, nunca destaca uma escolha, mesmo quando lha pedem.

2009-07-01
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