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Restaurante Adega Velha

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Situado no centro da vila de Mourão, é uma casa de cariz marcadamente regional, com talhas de barro e bancos de madeira, num ambiente castiço. Para a mesa vêm os mais variados petiscos, a realçar o melhor que o Alentejo tem: o pão com azeitonas, os queijos e enchidos, a sopa de cação, o ensopado de borrego e a doçaria.

Ambiente e decoração: Ambiente simples e acolhedor, com uma decoração que faz apelo a alguns motivos da cultura alentejana.
Bar/Sala de espera: Bar
Dia(s) de Encerramento: Segundas, Domingos (Jantares)
Especialidades: Entradas: Azeitonas alinhadas; Queijinho de ovelha guardado em azeite; Açorda alentejana e Ovos mexidos com espargos bravos. Sopas: Sopa de cozido. Carne: Ensopado de borrego; Coelho de coentrada; Lombo de porco assado com pimentão; Pézinhos de porco de coentrada; Cacholeira assada; Perdiz estufada e Lebre com grão e nabos. Doces: Rançoso; Encharcada; Manjar.
Estacionamento: Sim
Horário de Encerramento: 22:00
Lotação: 40
Observações: Restaurante certificado pelo Turismo do Alentejo.
Preço Médio: 15.00
Serviços: Ar condicionado
Tipo de Restaurante: Regional, Alentejana
Horário de Funcionamento: Das 12:00 às 15:30 e das 19:30 às 22:00.
Área para fumadores: Não Fumadores
Morada: Rua Doutor Joaquim Vasconcelos Gusmão 13
Código Postal: 7240 255 MOURÃO
Tel: 266586443
Distrito: Évora
Concelho: Mourão
Freguesia: Mourão

Restaurante Adega Velha – Mourão


Alentejo autêntico na cozinha e nos cantares


Andreia Melo

Contam-se pelos dedos da mão os restaurantes no Alentejo onde pode acompanhar um prato típico regional, com um bom vinho da talha e sessões espontâneas de cantares alentejanos. São as cores de Mourão que lhe são servidas de bandeja na Adega Velha. E a preços de amigo.

Leve o nome à letra… É restaurante que foi adega e disso ainda tem as marcas. E maduro, para não dizer velho que não é bonito, é com certeza. Se comida serve há 22 anos, vinho produz há bem mais tempo que isso, há pelo menos um século.

Conhecer os cantos à casa

Da rua apenas uma singela tabuleta a dizer Adega Velha denuncia o local. Isso e, eventualmente, o miudinho das vozes alentejanas em convívio que deixa adivinhar o que ali se passa. E é, claro, convidativo. Ao passar a ombreira da porta, percebe que o corredor comprido distribui os comensais por quatro salas, cada uma mais caricata do que a outra.

Na primeira, encontra o balcão onde são servidos os licores caseiros, desde a ginjinha ao licor de poejo e o vinho da talha a copo. Não há mesas e as paredes estão cobertas de relógios, pratos de porcelana e quadros onde a temática da tauromaquia é recorrente. Não há ordem na arrumação de todos os objectos que cobrem as paredes. Mas a graça da sala vem, precisamente, desse caos.

Na segunda sala, há mesas a pensar nos casais e grupos pequenos que aparecem para o repasto. A particularidade desta sala é uma parede coberta de telefonias. Há-as para todos os gostos, grandes e pequenas, quadradas e redondas, espécimes dos anos 20 até à década de 80.

2010-05-10
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