PORTUGAL FAZ-LHE BEM

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Sea Life Porto

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Inaugurado em Junho de 2009 na invicta, junto à Praça Gonçalves Zarco, o Sea Life permite-lhe mergulhar nas profundezas do oceano. É o 30º espaço da Merlin Entertainments, o maior operador de aquários do mundo, e o primeiro em Portugal. Aqui poderá fazer uma viagem temática desde a nascente do rio Douro até ao Oceano Atlântico, experimentar espreitar pela bolha de vidro do barco rabelo, passar pela Ponte D. Luiz e passear por um túnel debaixo de água com os peixes em redor. No tanque central encontram-se as garoupas tropicais, as raias e os tubarões. Também existe o reino dos Nemos repleto de coloridos peixe- palhaço. No segundo piso encontra-se a sala do baú do tesouro, um espaço para exposições temporárias. Antes de sair passe pela sala de consciencialização ambiental `SOS proteja os nossos oceanos`. Conheça as cerca de 5800 criaturas fantásticas como os tubarões ou os cavalos-marinhos. Uma experiência para toda a família!

Dia(s) de Encerramento: Não encerra
Horário de Funcionamento: Das 10:00 às 19:00.
Observações:
Título: Mais de cinco mil espécies
Morada: 1ª Rua Particular do Castelo de Queijo
Código Postal: 4100 379 PORTO
Tel: 226190400
E-mail: marketing.porto@merlinentertainments.biz
Site: www.visitsealife.com/porto/
Distrito: Porto
Concelho: Porto
Freguesia: Nevogilde

Sea Life Porto


A vida no fundo do mar


Andreia Fernandes Silva

Do rio Douro até ao Grande Oceano, dominado pelo Deus Neptuno, há cem espécies diferentes para apreciar, a norte. Todo o espaço foi pensado para entreter e deixar miúdos e graúdos de olhos esbugalhados sempre que uma raia passa por cima da cabeça, um tubarão arreganha os dentes ou um “Nemo” passeia indiferente à nossa presença. Entremos no Sea Life, para um mergulho às profundezas do mar.

Logo após a zona de recepção, a entrada no universo aquático, ultrapassada a câmara escura, começa com a referência ao norte. Para além dos adereços decorativos que incluem um barco rabelo, a Ponte D. Luís ou a Pérgola da Foz, há marcas que assinalam a região do Alto Douro Vinhateiro, como as latadas nas videiras.

Os primeiros aquários são de água doce e albergam carpas, trutas, gobios e barbos, esta última uma espécie necrófaga, mas todas presenças assíduas nas águas do rio, algumas vindas directamente do Parque Natural do Douro Internacional. À medida que se avança, passamos pela foz, dá para espreitar as espécies que habitam as poças de água, entre as rochas. Estará por ali uma menina do mar, como na história de Sophia de Mello Breyner Andersen?

Verdade, verdadinha é que entramos num navio naufragado e vemos como os peixes de apropriam dos destroços e aproveitam os esconderijos para se protegerem dos peixes maiores. Tal como nas histórias de piratas, aqui não falta um tesouro e, para além de espécies de todas as cores, nestas profundezas do oceano até encontramos a estátua do Deus do Mar, Neptuno.

Um momento de encanto é mesmo a passagem por debaixo de um túnel envidraçado. Literalmente, os peixes passam-nos por cima da cabeça: “é como se estivemos debaixo do mar”, diz de sorriso nos olhos uma criança de visita com o avô. Um outro atractivo é o óculo, uma espécie de bolha que funciona como uma lupa e nos permite ver os peixes em tamanho maior.

2009-12-02
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