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Museu do Ar

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Situado em Pêro Pinheiro, perto de Sintra, o Museu do Ar foi transferido de Alverca para este local em 2009, aumentando um acervo de elevado valor histórico, artístico e documental. A exposição permanente do museu apresenta aviões, hélices, painéis de instrumentos, equipamentos de navegação e uma miríade de outros objectos que constituem uma representação assinalável da evolução histórica da aviação.
Das aeronaves expostas, destacam-se o célebre caça britânico Spitfire, o Tiger Moth, biplano de treino elementar e acrobacia e o Widgeon, um anfíbio bimotor. Existem também algumas réplicas perfeitas que representam aviões célebres dos primeiros tempos da aviação e jactos do passado mais recente, como o F-86. Além dos aviões, o muséu aeronáutico do país possui igualmente uma das melhores colecções de motores aeronáuticos da Europa, uma colecção de armamento aeronáutico com armas da 1ª Grande Guerra e a colecção de mais de 1000 modelos de avião em escalas reduzidas.
No local existe também uma loja.

Dia(s) de Encerramento: Segundas
Horário de visita: Todos os dias, das 10:00 às 17:00.
Marcação prévia: É conveniente a marcação prévia de grupos para visitas guiadas.
Observações: Nas instalações do antigo Museu do Ar, em Alverca, existe ainda um pólo de exposições, visitável apenas mediante marcação prévia. O mesmo acontece com o pólo de Ovar.Encerra a 1 de Janeiro, Domingo de Páscoa, 24 e 25 de Dezembro
Acessibilidade de deficientes motores: Acessibilidade fácil
Título: O único museu aeronáutico do país
Morada: Granja do Marquês
Código Postal: 2715 021 PERO PINHEIRO
Tel: 219678984
E-mail: museudoar@emfa.pt
Site: www.emfa.pt/www/po/musar
Distrito: Lisboa
Concelho: Sintra
Freguesia: Pero Pinheiro

2ª Parte - Museu do Ar



N'Dalo Rocha

Prosseguindo a visita, avistamos outra réplica do avião de Santos Dumont, o brasileiro radicado em França em inventou o primeiro avião da História, ou seja, a primeira máquina capaz de voar e aterrar por sua própria iniciativa.

Não era mais do que uma estrutura tosca de madeira presa com arames, um motorzinho que girava um hélice e duas rodas de bicicleta. O voo durou apenas alguns segundos e o avião elevou-se apenas alguns poucos metros do chão. O resto é história.

Máquinas de Guerra

Noutra das alas do museu aparecem os aviões de guerra e helicópteros Aloette II, o segundo helicóptero a equipar a Força Aérea e usado na Guerra Colonial. Parecem frágeis mas iludem. De facto, eram muito resistentes e nos seus quatro lugares acanhados, podiam transportar até seis passageiros com duas macas montadas lateralmente sobre os apoios para o transporte de feridos.

Para além dos helicópteros, encontramos também algumas munições de guerra como morteiros e bombas. Depois há também uns Alphajets vermelhos usados pelos antigos Ases de Portugal para fazerem acrobacias e demonstrações. Estes aparelhos não possuíam nenhum tipo de armamento, apenas os depósitos de fumo para os efeitos visuais que ficavam nos céus.

Os primeiros passos

Ali em Alverca, mesmo em frente à estação de comboios, já quase toda a gente reparou que se ergue um grande hangar com alguns aviões parados à porta. Não se trata de nenhuma exposição ou concurso de aeronáutica, mas sim do Museu do Ar.

Aliás, a ideia de criar um espaço como este é quase tão antiga como a própria aeronáutica em Portugal. Nos anos 20 já Gago Coutinho tinha em mente reunir todo o espólio que lhe fora dispensado com esse mesmo propósito. Contudo, só veio a acontecer mais tarde na década de 60, quando a vontade política e as chefias militares assim o permitiram.

2004-11-23
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