O vinho dos Lobos

Uma produção especial.

O ano de 2007 ficou marcado no mapa desportivo português pela glória, embora sem grandes resultados, da inclusão, pela primeira vez, da equipa nacional de ragueby no campeonato mundial.

Um feito, tendo em atenção a força, a preparação e os meios das equipas concorrentes, “gigantes” da modalidade, como a Nova Zelândia e a Argentina, entre muitos outros, entre os quais a coragem e o espírito da equipa dos jovens portugueses tiveram um acolhimento fora do vulgar. Como também o foi para quem os acompanhou, muitos desses fãs persistentes, sem falhar um jogo, o que chegou a ser, para quem viu, mesmo comovente.

O Lobo do Cadaval

Um dos jovens Lobos nasceu no Cadaval. E assim alguém teve a brilhante ideia de comemorar com todos os membros da equipa presentes, com todos aqueles que os acompanharam durante esta brilhante e dura digressão numa bonita quinta na zona de Alenquer, próxima da zona de origem do referido Lobo.

Chama-se Quinta do Convento da Visitação e tem uma exposição, em plena serra do Montejunto, fora do vulgar, razão pela qual mantém na sua já longa história, desde o século XVI, tradição vitivinícola.

Recentemente transformada em enoturismo, situação a analisar noutra altura, oferece condições excepcionais para provas e grandes almoços ou jantares em ambiente de requinte.

Homenagem vinícola

Com 15 hectares de vinhas plantadas no seu microclima excepcional onde prevalecem as castas Touriga Nacional, Pinot Noir, Caladoc, Syrah, Merlot e Tinta Roriz, tem dado provas de vinhos produzidos com identidade qualificada. Todos eles classificados como tintos regionais da Estremadura e da responsabilidade do enólogo António F. L. Ventura que, entre outras qualidades que reúne, é também natural do concelho do Cadaval.

Mafalda César Machado 2007-12-26

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