Na véspera do Grande Terramoto que abalou Lisboa a 1 de Novembro de 1755 a fina sociedade da época encontra-se reunida para um baile. Os passos estão ensaiados e nem faltam cabeleiras brancas e máscaras venezianas para comporem as personagens.
O cenário é requintado. O nobilíssimo Palácio de Queluz, setecentista de nascimento, é a morada da festa. Mas para todos os efeitos trata-se da casa da família dos Távoras. Durante o jantar, elegantemente servido pelo restaurante Cozinha Velha, marquesas adúlteras, duques espertalhões, freis sem escrúpulos, noviças desgostosas e até cantoras líricas com estranhos hábitos de esconder papelinhos entre os seios, são alguns dos presentes. Mas há mais... esta é só uma pequena parte da oposição ao novo secretário do reino, D. Sebastião José de Carvalho e Mello, o futuro Marquês de Pombal.
De muita coisa se falará neste encontro. Vida pessoal, negócios, conflitos de interesses das personagens que lhe calharam em sorte. Ao longo do jantar vai-lhe chegando informação sobre quem você realmente é. Mas só partes do seu passado é que poderão ser reveladas...
À mesa chega a notícia da morte de Dom Luís da Cunha, secretário do reino. As bocas abrem-se de espanto. “Um crime?” "Por que razão?” “O assassínio está entre nós.” “Quem será?”
Nem o próprio assassino sabe que o é. Podem ser todos os presentes incluindo você.
Depois do jantar mistério da Lisboa dos anos 40 do século passado, chega o baile mistério. Sim, é um baile mas ainda é um jantar. É também um jogo de descoberta do assassino e um exercício de interpretação de uma personagem. É antes de mais uma noite diferente e muito, mas mesmo muito divertida. Os amigos, onde é que andam?
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Playlisbon
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Paula Oliveira Silva 2004-11-30