O Meliá Ria Hotel & Spa, o novo quatro estrelas superior de Aveiro, dota a cidade de uma infra-estrutura hoteleira de luxo, cujo restaurante e Wellness Center prometem deliciar os habitantes mais hedonistas.
Erguido em pleno Lago da Fonte Nova, o hotel do Grupo Sol Meliá, é a mais recente infra-estrutura hoteleira de Aveiro. Revestido a vidro serigrafado é uma proposta arrojada do portuense Grupo3 arquitectura. Este quatro estrelas superior, além de 128 quartos, e várias salas de congressos com capacidade para 600 pessoas, possui um belíssimo restaurante com vista panorâmica sobre a ria, e um Wellness Center com diversos tratamentos de estética e relaxamento.
Projecto inovador na região, no que toca à qualidade e diversidade dos serviços, apropria-se quer nos interiores, quer nos exteriores, da luz diáfana da cidade, revelando-se um espaço de grande conforto e elegância.
Espelho de Luz
Contornada a ria, ou o seu pequeno braço conhecido por Lago da Fonte Nova, o Meliá Ria Hotel & Spa faz-se anunciar por uma pequena galeria, de cinco lojas, até agora ocupada por uma ourivesaria, uma tabacaria, uma agência de viagens e uma boutique de vinhos.
Já dentro de portas, no hall, vislumbra-se ao fundo o restaurante e à direita, uma enorme “sala-de-estar” com sofás confortáveis, coroada pela luxuriante cafetaria. Em comum todas as áreas possuem os tons de negro, castanho e vermelho da decoração e uma ampla vista panorâmica sobre a ria, onde nem sequer falta o famoso barco moliceiro para a composição do postal perfeito.
Aliás, é possível navegar por Aveiro, a bordo desse colorido barco típico atracado no ancoradouro defronte (os hóspedes dentro em pouco poderão dispor de um sistema de acostagem para barcos de recreio). Oportunidade a não perder, pois as zonas ribeirinhas são as mais castiças da cidade.
Se nos espaços comuns, é a sensação de grandiosidade que prevalece – graças a um pé direito altíssimo invadido pela luminosidade singular desta cidade -, nos quartos, a atmosfera é de aconchego. Apesar de disporem das mesmas vistas que o andar térreo, as cortinas pesadas em tons de fogo, os móveis escuros minimalistas e as fotos a preto e branco referentes às antigas actividades económicas da região, criam um ambiente mais convidativo ao recolhimento que à evasão.
Sara Raquel Silva 2006-01-03