Ao volante de um Smart

Desta vez o desafio é outro. Esqueça-se a escalada ou o windsurf e alugue-se um Smart durante um fim-de-semana. Um carro diferente e original, a provar, realmente, que o tamanho não é tudo na vida. Antes pelo contrário. É por ser tão pequeno que se gosta tanto dele.

Um carro capaz de despertar amor e ódio. É assim o Smart, um pequeno citadino que a Mercedes decidiu lançar há alguns anos atrás. Pois é, desta vez a sugestão não tem nada a haver com desportos radicais, mas nem assim deixa de ser um desafio, diferente é certo, mas igualmente divertido e fora do vulgar. Deixar o bólide habitual estacionado na garagem, e passear durante dois dias num carro com 2,50 m de cumprimento. A primeira coisa a fazer é tratar do aluguer do Smart. Convém reservar com alguma antecedência até porque a procura é muita. Na Europcar, custa apenas 15 euros por dia. Já agora, e porque o Verão está à porta peça-se o descapotável. Não se paga mais por isso, e pode dar jeito, para além claro, de dar muito mais nas vistas.

Grandes para quê?

Tratados todos os pormenores é altura de entrar no carro e seguir viagem. No interior não falta nada. Desde o ar condicionado, até aos vidros eléctricos, passando por um engraçado mini-rádio. Tudo pensado e apresentado de forma original e prática, como a ignição, ao lado da caixa de velocidades automáticas.

Mas se os pequenos detalhes convencem os mais desconfiados, o que mais impressiona no Smart é o espaço interior. Impressionante para um carro destas dimensões. É verdade que só conta com dois lugares, e uma bagageira que não transporta mais do que uma mala, mas isso não é o importante. Afinal de contas não se pode ter tudo, e também ninguém espera estacionar uma limousine num lugar com três metros de comprimento. Tudo uma questão de opções.

Nuno Maia 2002-05-14

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