Albergaria Quinta de Infias - Braga

A arte de bem receber.

Fica a escassos dez minutos do centro de Braga – a pé, note-se. No entanto, a Albergaria Quinta de Infias proporciona toda a privacidade e todo o sossego que procuram os seus hóspedes. Para além de muitas outras coisas.

A história

Começa no século XIX a história desta casa. Naquela época, um português de nome Adelino Arantes regressa do Brasil com algo de seu e decide construir um palacete como habitação. Em meados do século XX chega a vez de a propriedade ser adquirida pela família que actualmente a detém, e na qual habitou durante 50 anos.

Foi já bem perto da viragem do milénio que se tomou a decisão de adaptar a quinta ao turismo de qualidade, como forma de possibilitar a sua preservação. Com a colaboração do arquitecto Noé Diniz, o palacete foi completamente adaptado às suas novas funções, sempre no maior respeito pela sua traça original. Para aumentar o número de quartos e criar outros espaços, foi acrescentada uma ala moderna à parte posterior do edifício original.

A filosofia

Hoje, o que encontramos quando chegamos à Albergaria Quinta de Infias é um espaço elegante e requintado, dentro da sobriedade. Materiais nobres, iluminação inteligente e espaços desafogados fazem com que nos movimentemos com grande à-vontade pelas diversas zonas disponíveis. Que são, feitas as contas, 24 quartos duplos e duas suites, um bar/sala de estar, uma sala de refeições, um salão nobre e duas salas preparadas para receber, em trabalho ou em lazer, 180 pessoas. Há ainda a Capela de Nossa Senhora da Assunção, que viu casar mais do que uma geração da família e brilha pelo baldaquino de madeira em talha rendilhada, adquirido em Paris em 1900, que serviu de inspiração aos artífices bracarenses para a construção de toda a talha do altar. Fora de portas, os amplos jardins com piscina, relvados e árvores centenárias complementam o cenário romântico deste “hotel de charme” e criam uma certa cintura protectora entre a casa e a muralha que delimita a propriedade, de tal forma que o silêncio está garantido.

Ana Marta Ramos 2005-02-07

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