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Casa do Alto da Eira

Casa rural recuperada, tendo mantido a traça típica da aldeia alentejana. O interior ainda é de xisto com tijoleira de barro, lareira típica, forno de lenha e piscina biológica donde se contempla os campos (montado, olival e vinhas) em redor. Fica situada na aldeia de Albergaria dos Fusos, numa pequena elevação que oferece uma vista panorâmica sobre o verde que se espalha pela região.

Localização: Campo
Nº de camas: 7
Nº de quartos: 4
Observações:
Período de funcionamento: Todo o ano
Preço Época Alta: 75.00
Preço Época Baixa: 75.00
Categoria: Casa de Campo
Acessibilidade de deficientes motores: Acessibilidade condicionada
Serviços / Equipamentos: Animais admitidos, Bicicletas, Piscina exterior, Refeições, Sala de estar comum, Sala de TV e/ou vídeo, Aquecimento, Piscina biológica
Morada: Rua do Alto da Eira nº2
Código Postal: 7940 000 VILA RUIVA CUB
Tel: 965405432
E-mail: reservas@altodaeira.com.pt
Site: www.altodaeira.com.pt
Distrito: Beja
Concelho: Cuba
Freguesia: Vila Ruiva

Casa do Alto da Eira – Cuba


Lá em cima, há planícies sem fim


Ana Filipa Picoto

Fica na parte mais alta da aldeia de Albergaria dos Fusos, no local onde antigamente funcionavam as eiras, usadas para secar os cereais. Desta forma simples se explica o nome dado a esta casa de campo.

De cliente a proprietário

Luís Varela sempre gostou de ficar alojado em espaços rurais. Alentejano de alma, tem a tranquilidade do campo entranhada na pele. Quando deu de caras com as ruínas daquela que viria a ser a Casa do Alto da Eira, não hesitou. Ali estava o local certo para construir uma segunda habitação ou uma casa de campo. Para a gente da cidade isto soará a capricho tendo em conta que Luís vive com a sua família na pacata vila de Cuba, a poucos quilómetros dali...

A casa foi comprada em 2003 em completo estado de degradação. Profissionalmente ligado à recuperação de imóveis, Luís Varela arregaçou, literalmente, as mangas e deu início à reconstrução da habitação. Ao longo de oito meses, uma das preocupações maiores foi a de manter a arquitectura típica da região.

Para além da tinta usada na pinturas das fachadas (a imitar a cal branca), a calçada é alentejana e as telhas são as da casa original. Estas foram meticulosamente retiradas antes de começarem as obras e recolocadas já na fase final de concretização do projecto, apoiadas em toscos barrotes de madeira.

O muro que rodeia a casa foi surgindo com recurso a pedras, que o proprietário foi recolhendo no campo, e a reboco. O resultado foi uma estrutura com acabamento abaulado que caracteriza a maioria das construções deste género na região. Mas não se pense que estes cuidados ficaram apenas fora da porta.

Simplicidade rústica

Originalmente, a casa era composta por diversas divisões, tendo mesmo chegado a albergar diversas famílias em simultâneo. Neste aspecto não se pode dizer que haja grandes diferenças porque essas mesmas divisões são hoje os quartos da casa, quatro ao todo. Os desníveis existentes foram mantidos daí que, pontualmente, encontre uns pequenos degraus.

2010-10-25
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