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PORTUGAL FAZ-LHE BEM

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Restaurante Cardamomo

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Cozinha de autor, de inspiração indiana e vegetariana. O número 43 na Rua Barão Viamonte (que os Leirienses conhecem como Rua Direita) dá entrada a um universo alternativo onde os sabores de Goa se misturam com os sabores vegetarianos para gerar uma cozinha de fusão com base na criatividade do chef. Neste espaço, também acontecem workshops gastronómicos.

Dia(s) de Encerramento:
Especialidades: Entradas: Chamuças; Folhado Queijo Cabra; Sopa de meloa; Cogumelos com farinheiraPeixe: Robalo cozido a vapor; Caril de camarão; Carne: Magret de Pato; Bife 3 Pimentas; Xacuti borrego; Caril frango; Borrego estufado de côco.Vegetarianos: Seitan com arroz selvagem e maçã; Legumes gratinados.Doces: Brownie com chocolate quente e gelado; Bebinca Goesa; Papaia com mousse de morango e molho de maracujá.
Horário de Encerramento: 22:30
Observações: Outro contacto: 934 125 449.
Preço Médio: 25.00
Tipo de Restaurante: Indiana, Vegetariana
Horário de Funcionamento: Das 12:00 às 15:30 e das 19:00 às 22:30. Sexta e sábado até às 24:00.
Área para fumadores: Zona Fumadores + Zona Não Fumadores
Morada: Rua Barão Viamonte (Rua Direita) 43 1º
Código Postal: 2400 261 LEIRIA
Tel: 244832033
Site: www.facebook.com/restaurante.cardamomo
Distrito: Leiria
Concelho: Leiria
Freguesia: Leiria

Restaurante Cardamomo - Leiria


Amores, pecados e sabores.


Cláudio Garcia

Para compor uma proposta gastronómica moderna e alternativa, o Cardamomo bebe na tradição portuguesa, indiana e vegetariana. Inaugurado há dez meses em Leiria, reinventa o culto da boa mesa e da partilha que o promotor adquiriu em criança numa família com talento para a cozinha e origens em Goa e Moçambique.

Os passos de Eça

Nuno Sequeira viveu em Lisboa, mas por amor e casamento instalou-se no centro histórico de Leiria. O restaurante fica na antiga Rua Direita, que Eça de Queiroz palmilhou diariamente, a caminho do seu gabinete, durante o ano em que foi administrador do concelho. Eixo vital entre a Sé e o Terreiro, cenário do romance “O Crime do Padre Amaro”, chama-se hoje Rua Barão de Viamonte, em homenagem a José Dias de Oliveira da Cunha de Viamonte – governador civil no século XIX, deputado do Partido Progressista às Cortes da Nação, advogado e fundador do jornal “O Leiriense”.

A nossa sugestão leva-o ao número 43. Uma elegante escadaria em pedra, cujos degraus irregulares evidenciam a longevidade do edifício, antecede o restaurante no piso superior. Na sala de refeições, acolhedora, com capacidade para 54 pessoas, sobressai o requinte do papel decorativo, negro, com motivos dourados, que reveste a parede do fundo. A ementa, de personalidade vincada, liga influências lusas, goesas e vegetarianas.

A tradição portuguesa, por exemplo, apresenta-se com vida própria: do Cone de massa brick com mousse de requeijão sobre compota de tomate em sementes de cardamomo, à entrada, até ao Filete de peixe com molho de manga ou à Bochecha de porco sobre legumes selvagens, espargos e maçã, terminando, como possibilidade de sobremesa, com Arroz doce aromatizado em anis e crocante de amêndoa.

Descoberta e renovação

A qualidade e o equilíbrio nutricional são uma preocupação da casa, invadida pela luz da Rua Direita. Todos os pratos revelam uma apresentação cuidada, sendo frequente a maçã ou o puré de grão de bico substituírem a batata e o arroz. A ementa é renovada de quatro em quatro meses, tal como a lista de vinhos, que inclui serviço a copo. Nuno Sequeira, neste projecto com a mulher, Patrícia Rodrigues, fala da necessidade de surpreender o cliente em cada visita, notando que a restauração tem caminho aberto para negar a rotina e descobrir paladares e odores todos os dias.

2008-07-23
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