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63º

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Museu Bordalo Pinheiro

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Museu biográfico e monográfico relativo à vida e obra de Rafael Bordalo Pinheiro, uma das figuras mais determinantes da vida cultural, artística e política da Lisboa da segunda metade do século XIX. Famoso caricaturista, dele é a conhecida metáfora visual do Zé Povinho. O acervo do museu é composto pela mais vasta coleção de cerâmica do artista e também uma considerável amostra de pintura, desenhos originais e publicações, num total de 20000 peças. Após um período de encerramento para obras de remodelação, o Museu reabriu ao público em Outubro de 2005.

Acessos: Autocarros: 1, 3, 7, 33, 36, 47, 50, 68, 85, 108 e 750. Metro: Campo Grande
Dia(s) de Encerramento: Segundas, Feriados
Horário de visita: De terça a domingo, das 10:00 às 18:00.
Marcação prévia: Para ateliês, visitas de estudo e workshops, através do contacto 217513214.
Observações: Entrada: 1,50?Descontos:50% de desconto: Pessoas com idade igual ou superior a 65 anos, desempregados, bilhete família (pelo menos, um adulto e uma criança).Entrada gratuita: Domingos até às 14h00; dia 18 de Maio; membros da APOM e ICOM; portadores do cartão LisboaCard; grupos de alunos e respectivos acompanhantes (professores ou auxiliares), em visitas de estudo previamente agendadas com o serviço do museu; nas exposições temporárias.
Serviços disponíveis: Galeria de Exposições Temporárias, Biblioteca, Loja, Serviço de Animação e Pedagogia.
Acessibilidade de deficientes motores: Acessibilidade fácil
Acessibilidade física: Entrada e acesso à sala possível por pessoas em cadeira de rodas, WC adaptado
Detalhe de acessibilidade física: Plataforma elevatória de acesso ao 1º piso para utilizadores de cadeiras de rodas e mobilidade reduzida. WC adaptado - com barras de transferência na sanita e alarme.
Detalhe de informação acessível: Braille - dossier introdutório do museu em braille e peças gráficas em relevo. Legendagem em conteúdos multimédia - vídeo introdutório sobre a vida e obra de Rafael Bordalo Pinheiro com legenda em português para surdos; quiosques multimédia de apresentação das salas com legendas em português. Visitas guiadas - atividades do serviço educativo para pessoas com necessidades especiais (visita orientada – conhecer o Museu). Maquetes e réplicas para tocar - peças de cerâmica disponíveis para tatear, com respectivas legendas em Braille.
Informação acessível: Braille, Legendagem em conteúdos multimédia, Visitas guiadas para pessoas com necessidades especiais, Maquetes e réplicas para tocar
Morada: Campo Grande 382
Código Postal: 1700 097 LISBOA
Tel: 218170667
E-mail: museu.bordalopinheiro@cm-lisboa.pt
Site: museubordalopinheiro.cm-lisboa.pt
Distrito: Lisboa
Concelho: Lisboa
Freguesia: Campo Grande

Museu Rafael Bordalo Pinheiro – Lisboa


Em nome do homem dos sete ofícios.


Paula Oliveira Silva

Artista versátil, encetou um percurso muito próprio e poucas foram as artes que não experimentou. Foi um exímio ceramista e escultor, ilustrador e cartoonista, jornalista e repórter (da guerra civil espanhola), mas poucos o reconhecem como decorador e figurinista de teatro... Do carácter pioneiro que o caracterizou há que referir ainda a sua habilidade como marketeer e designer, funções que desempenhava quando ainda nem havia nomes para elas. É caso para perguntar o que é que ele não fez. É que até na gastronomia ele deu um ar da sua graça, inventando a receita Eiroses do mar à patriota. Qualquer semelhança com o primeiro verso do hino nacional não é pura coincidência, afinal de contas falamos de Raphael Bordallo Pinheiro.

Em jeito de biografia…

Figura incontornável da última metade do século XIX, Raphael Bordallo Pinheiro (1846-1905) tem na sua Lisboa natal um museu a ele dedicado. A homenagem partiu do poeta republicano Cruz Magalhães, admirador confesso da obra bordaliana. Passava pouco mais de uma década da morte de Bordallo Pinheiro (1916) e Cruz Magalhães abria ao público o primeiro andar da sua moradia do Campo Grande - projecto do arquitecto Álvaro Machado e Menção Honrosa do Prémio Valmor em 1914 - expondo a sua modesta colecção gráfica.

Cruz Magalhães era amigo de Gustavo e Helena, filhos de Bordallo Pinheiro que enriqueceram o acervo do museu com importantes doações. Com o passar dos anos, a mostra foi crescendo e ocupou outras salas da vivenda até que acabou por “despejar” o próprio dono que entretanto legou o museu ao município de Lisboa. A nova vida deste espaço começa em 1926, já com uma importante colecção de cerâmica e uma biblioteca (que disponibiliza os originais de alguns dos mais importantes periódicos) a ocuparem o rés-do-chão.

Actualmente o museu reúne uma colecção de 1000 peças em cerâmica, 6000 exemplares de gravura, 5000 originais de desenho e pintura, 2000 fotografias de época e mais de 3000 publicações, entre outras. E embora a obra seja extensa, o museu é relativamente pequeno… Querem Bordalo? Sigam-nos os passos.

De Lisboa para as Caldas

Sendo facto que na vida profissional de Raphael Bordallo Pinheiro primeiro surgiu a caricatura e o jornalismo é, no entanto, com a cerâmica que se inicia a visita ao museu.

Destacada numa parede do piso térreo junto à entrada está uma fotobiografia sua. São muitas as caras que ele assume nas várias imagens e muito poucas se associam à figura robusta de bigode farto mais amplamente divulgada.

2011-03-23
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