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PORTUGAL FAZ-LHE BEM

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Fluviário de Mora

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O Fluviário de Mora é o primeiro grande aquário de água doce da Europa, aberto ao público na Primavera de 2007. Desde então, milhares de visitantes já observaram os diferentes tipos de habitats e as cerca de setenta espécies que neles vivem harmoniosamente. Algumas necessitam de uma atenção particular de todos nós: são espécies de água doce já desaparecidas dos nossos rios, como o esturjão; outras em risco de extinção, como o pequeno saramugo; outras de vital importância para o equilíbrio dos ecossistemas: trutas, gambúsias, rãs ou lontras. Podemos ainda, de forma interactiva, conhecer na exposição multimédia o ciclo da água e a relação (boa e má) do Homem com os rios ao longo da História.

Dia(s) de Encerramento: Não encerra
Horário de Funcionamento: Verão - das 10:00 às 19:00Inverno - das 10:00 às 17:00
Observações: Programas:Todos os dias se efectuam visitas guiadas ao fluviário, acompanhadas por um técnico. O preço de entrada para 2 pessoas e visita guiada é de 40€. De Segunda a Sexta-feira, entre as 10.30h e as 15.00h é possível participar no programa Aquarista por uma hora, uma actividade que permite o contacto directo com os animais e plantas existentes do fluviário. O preço é de 30€ (com entrada incluída). Todas as actividades deverão ser marcadas antecipadamente.
Serviços: Auditório, Café/Bar, Espaço Internet, Exposições, Lojas, Parque de estacionamento, Serviços educativos, Visitas guiadas
Período de funcionamento: Todo o ano
Acessibilidade de deficientes motores: Acessibilidade fácil
Título: Aquário gigante
Morada: Parque Ecológico do Gameiro Apartado 35
Código Postal: 7490 052 CABEÇÃO
Tel: 266448130
E-mail: geral@fluviariomora.pt
Site: www.fluviariomora.pt
Distrito: Évora
Concelho: Mora
Freguesia: Cabeção

Fluviário de Mora


Levados pela corrente


Alda Rocha

No Alto Alentejo, conhecemos os habitantes da água doce que povoam os nossos rios. Estão albergados num edifício que é obrigatório ver de longe, para lhe apreciar o traço

Podemos morar numa grande cidade ou numa aldeia recôndita, não importa se o mar está próximo ou se estamos bem longe do litoral. Bem perto há sempre um curso de água que permanece um mistério para a maioria de nós. É curioso mas somos mais surpreendidos pelos habitantes dos rios, esses grandes desconhecidos, do que pelas espécies marinhas.

Os mistérios que os rios encerram são um excelente pretexto para se conhecer o Fluviário de Mora, aproveitando para passear nesta zona do Alentejo. O programa é excelente em convívio de amigos que se podem juntar à volta da boa mesa da região ou para alimentar a curiosidade das crianças.

Chamam-lhe carpa-chinesa ou carpa-japonesa e foi apanhada não muito longe. Não tem nada fora de comum este exemplar que agora nada no Fluviário de Mora, mas foi capturado na ribeira de Seda. É um bom exemplo de como é comum o nosso imaginário estar povoado de peixes mais próprios de aquários domésticos do que das águas que correm livres.

Como num rio ibérico

Em visita guiada ou em exploração livre, o percurso replica o curso natural dos rios. Logo à entrada, uma frase escrita na parede desperta o olhar: “Um rio é um ser vivo, um ser dotado de energia, de movimento, de transformações.” Na nascente as águas agitam-se, para de seguida, na zona do leito, onde são mais largas e fundas, se tornarem mais calmas.

Ao longo de todo o trajecto, sabemos onde se encontram as espécies que vemos, através do mapa de Portugal. Nem todas são naturais destas paragens, como é o caso da perca-sol, trazida da América do Norte, imagine-se, para combater o mosquito da malária. É um predador, mantém-se quase estático dono do seu território, pronto a atacar quem ousar medir forças. Como já está habituada à vizinhança, vive em coexistência pacífica com os outros espécimes.

Nas margens, encontram-se cágados ou rãs-verdes, entre outros anfíbios. E logo somos alertados para o perigo de libertar no meio ambiente as tartarugas domésticas, uma espécie invasora. Crescem muito e tornam-se numa grande ameaça especialmente para os cágados.

2009-10-02
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