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Quinta do Moinho

Turismo de Natureza em pleno Vale do Mondego, num recanto paradisíaco junto às margens do rio. Entre Aldeia Viçosa e a Faia, no concelho da Guarda, beneficia de uma envolvente paisagística de características únicas, com açudes de águas cristalinas e árvores centenárias. O chilrear das aves e o correr das águas são os únicos sons que se podem escutar.

Localização: Beira-rio
Categoria: Turismo de Natureza
Código Postal: 6300 025 ALDEIA VIÇOSA
Tel: 271926870
E-mail: geral@quintadomoinho.com.pt
Site: www.quintadomoinho.com.pt
Distrito: Guarda
Concelho: Guarda
Freguesia: Aldeia Viçosa

Quinta do Moinho – Aldeia Viçosa


Idílio nas margens do Mondego



Aninhada no vale do Mondego, concelho da Guarda, entre Aldeia Viçosa e a Faia, a Quinta do Moinho é uma unidade de Turismo de Natureza que faz jus à classificação. Do rio que lhe corre à porta às casas em pedra, incluindo um moinho funcional, o forno e o galinheiro, tudo aqui respira natureza e autenticidade.

O melhor caminho para chegar à Quinta do Moinho é apanhar, à saída da Guarda, a EN 16 e fazer a estrada do Vale do Mondego, um percurso panorâmico com vista sobre as aldeias do vale e a barragem do Caldeirão. São pouco mais de 10 km até chegar ao desvio que conduz à quinta, situada junto à ponte em pedra sobre o rio Mondego.

Chegada ao paraíso

No sítio onde desde 2008 funciona este empreendimento turístico, existiu de facto um moinho que os proprietários fizeram questão de recuperar e ainda lá está como testemunho dos labores passados. Quem ainda se lembra desses tempos, quando vinham os camponeses das aldeias entregar o cereal para aqui ser moído, recorda um local isolado e perdido, um ermo à beira do rio.

Essas características de isolamento mantêm-se e fazem da Quinta do Moinho um idílico refúgio nas margens do Mondego. Com exceção de um quarto (suite Mondego), o alojamento faz-se em casas independentes batizadas com nomes como Rio, Paraíso, Sol e Flores. A Casa do Moleiro, com dois quartos, sala e terraço voltado ao rio, é a maior e mais apetecível. Tem à vontade capacidade para seis pessoas. Para um casal apenas, a escolha perfeita poderá ser a Casa do Rio. Tem uma varanda coberta e uma parede em vidro com vista para a água, para além de detalhes como uma cadeira de massagem no quarto. Para o inverno também calha bem a cozinha com lareira.

Cães, mergulhos e caminhadas

Os vários cães da quinta, incluindo o enorme mas inofensivo «Leão», fazem as delícias das crianças que rapidamente se entregam às brincadeiras com os animais. Não será, no entanto, aconselhável deixar os mais pequenos sem vigilância pois a localização junto ao rio tem alguns perigos, para além de zonas inclinadas e acidentadas que podem dar origem a tropeções ou outros acidentes.

Para banhos há dois açudes com alguma profundidade e largueza para umas braçadas e também é possível andar de gaivota ou barco a remos. A 2 km fica também a Praia Fluvial de Aldeia Viçosa. Em frente ao açude principal há um relvado e uma fileira de espreguiçadeiras para aquecer o corpo depois de um mergulho na água fria (mas não demasiado) do rio. Outra excelente forma de recuperar o calor é estendermo-nos num barroco aquecido ao sol. Existe ainda uma piscina de dimensão razoável alimentada com água do rio.

Se quiser estender as pernas para lá da propriedade, está às portas do Parque Natural da Serra da Estrela e junto ao Trilho da Água da Rota Natura, um percurso em tempos utilizado pelos habitantes do vale do Mondego para chegar à Guarda. Tem como ponto de partida o Chafariz da Dorna, na Guarda, e como ponto de chega a Praia fluvial de Aldeia Viçosa (distância total de 7,3 Km).

Refeições dentro e fora

Na Quinta do Moinho o ambiente é de grande informalidade e mesmo de familiaridade. Vítor e Sílvia são os anfitriões que encontramos sempre por ali a tratar de alguma coisa ou simplesmente em conversa com os hóspedes que têm proveniências diversas. O local pode ser isolado mas hoje não há nada que não se encontre por isso não estranhe se ouvir falar vários idiomas e logo antes do pequeno-almoço.

A primeira refeição do dia é servida num terraço sobranceiro ao rio. Não há horários, o pequeno-almoço pode ser tomado a qualquer hora (o que confirmamos ser verdade quando um casal estremunhado apareceu bem para lá do meio-dia à procura de ovos mexidos). O menu é simples mas eficaz, embora tenhamos sentido a falta de um toque mais caseiro e regional (os bolos e doces são de pacote, por exemplo).

Aqui não servem almoços ou jantares mas o espaço da cozinha está disponível assim como os vários recantos com mesas em pedra para piqueniques improvisados à beira rio.

Para uma refeição bem composta e ao gosto da região, há que rumar ao restaurante Cortelha da Burra, a menos de 2 km, no caminho para a aldeia da Mizarela. Aqui encomende as especialidades da casa: a lagarada do Mondego, o cabrito no forno ou a costeleta de novilho. Se a noite estiver de feição, reserve lugar na esplanada. E guarde também espaço para a sobremesa. Há farófias e arroz-doce como manda a tradição da Beira Alta.

O vale do Mondego sabe receber.


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